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Artigo Original

Adherence to pharmacological treatment of hypertension in family health program

Adesão ao tratamento medicamentoso da hipertensão em um programa de saúde da família

Tracy Kelly Dias; Antonio C. M. Godinho Netto; André Luiz Teixeira; Gabriela Soares; Flávia Passos de Almeida; Juliana Chaves Costa; Plínio Santos Ramos; Djalma Rabelo Ricardo

ABSTRACT

OBJECTIVE: to verify prevalence of adherence to pharmacological treatment of hypertension in elderly patients.
METHODS: We assessed 504 volunteers (316 women) aged 70 ± 8 years (mean ± SD), with hypertension in a primary care unit. Home visits were made to the questionnaire and collecting their data. The questionnaire consists of 10 questions related to socio-demographic characteristics of volunteers and four other issues related to adherence to pharmacological treatment. After the questionnaire was generated based on Morisky (0 = High adherence, 1 and 2 = Average adherence; 3:04 = low adherence) score.
RESULTS: Of the 504 individuals evaluated 56.7% demonstrated adherence to pharmacological treatment of hypertension. Individuals over 10 years of hypertension are more adherent to treatment (p < 0.001), as well as women when compared to men (p = 0.04). Participation in educational campaigns did not affect adherence to treatment of hypertension (p = 024), just as the doctor accompanying the patient (p = 0.13).
CONCLUSION: Adherence to drug treatment for hypertension was not influenced by socioeconomic factors such as family income, education and occupation in this population.

Keywords: Hypertension.Drugs. Drug therapy. Medication adherence.

RESUMO

OBJETIVO: Verificar os fatores que influenciam na frequência da adesão ao tratamento farmacológico da HAS em idosos atendidos em uma unidade básica de saúde.
MéTODOS: Foram avaliados 504 voluntários (316 mulheres) com idade de 70 ± 8 anos (média ± desvio-padrão), com hipertensão arterial sistêmica (HAS) previamente diagnosticada, atendidos em uma unidade básica de saúde. Foram realizadas visitas domiciliares para a aplicação do questionário, o qual era constituido por 14 questões relacionadas às características sociodemográficas dos voluntários e à adesão ao tratamento farmacológico. Após aplicação do questionário, foi gerado um escore baseado em Morisky (0 = alta adesão; 1 e 2 = média adesão; 3 e 4 = baixa adesão).
RESULTADOS: Dos 504 indivíduos avaliados, 56,7% demostraram alta adesão ao tratamento farmacológico. Indivíduos com mais de 10 anos de HAS são mais aderentes (p < 0,001), assim como as mulheres (p = 0,04). A participação em campanhas educativas não influenciou na adesão ao tratamento da HAS (p = 0,24), assim como o médico que acompanha o paciente (p = 0,13).
CONCLUSÃO: A adesão ao tratamento medicamentoso da HAS não foi influenciada por fatores socioeconômicos, como renda familiar, escolaridade e atividade profissional, nessa população.

Palavras-chave: Hipertensão. Medicamento. Tratamento Farmacológico. Adesão ao medicamento.


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