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Artigo Original

Avaliação da compreensão de ícones como recurso no preenchimento do diário de atividades físicas por idosos

Evaluation in the understanding of icons as resource for filling in the physical activities diary for seniors

Rosemary Rauchbacha; Neila Maria de Souza Wendlingb; Anderson Paulo Scorsatoc; Ayrton Scorsato Netod; Estélio Henrique Martin Dantase

RESUMO

OBJETIVO: Criar ícones como artifício facilitador para interpretação e comunicação da tarefa realizada por idosos no preenchimento de diário de atividades físicas.
MÉTODO: A amostra foi composta por 30 idosas, participantes de um programa de atividades físicas. O método utilizado foi o de reconhecimento de 50 figuras com pontuação do número de acertos. Para oferecer uma comunicação eficiente e direta, foram escolhidas as atividades que mais evidenciaram o comportamento dos idosos e o ambiente da prática da atividade física. O critério adotado para seleção dos ícones foi a proporção de acertos: > 0,80, figura aprovada; entre 0,70 e 0,79, figura que precisa de modificações; < 0,70, figura que precisa ser refeita.
RESULTADOS: Observou-se que cinco das figuras teriam de ser refeitas e oito precisariam ser melhoradas em relação a contraste e profundidade; as demais (37 figuras) obtiveram a proporção de acertos esperados (> 0,8000).
CONCLUSÕES: Formas gráficas sintéticas com conteúdo de informação amplo foram, em parte, responsáveis pelo desvio na interpretação, como também a deterioração da visão normal causada pelas modificações fisiológicas do envelhecimento. As imagens tiveram seu tamanho ligeiramente ampliado e determinadas partes dos gráficos foram evidenciadas para conduzir a interpretação correta. Observou-se que os ícones se tornam uma ferramenta de comunicação eficiente que minimiza dificuldades na compreensão para o preenchimento do diário de atividade física por idosos.

Palavras-chave: Comunicação. Atividade motora. Diário de atividade física. Avaliação. Idosos.

ABSTRACT

OBJECTIVE: Making icons as communications resource for filling in the daily physical activity for older adults, was the aim of this study.
METHODS: The sample was composed of 30 women who participated in a physical activity program. The method used was the recognition of 50 figures was scored and the number of hits. To provide efficient communication activities were chosen that showed longer behavior of the elderly as also the environment of physical activity. The criterion for selection of icons was the hitting ratio: > 0.80, figure approved; between 0.70 and 0.79, figure that needs modifications; < 0.70, figure that needs to be redone.
RESULTS: We found that five of the figures would have to be redone, and eight would need to be improved in relation to contrast and depth, the other (37 figures) achieved the expected proportion of correct> 0.8000.
CONCLUSIONS: The synthetic graphical shapes with large information content were partly responsible for the deviation in interpretation, but also the deterioration of normal vision caused by physiological changes of aging. The images have a size slightly enlarged and certain parts of the graphs were shown to lead to correct interpretation. It was observed that the icons become an effective communication tool that minimizes difficulties in understanding for the completion of daily physical activity for older adults.

Keywords: Communication. Motor activity. Daily physical activity. Evaluation. Older adults.

INTRODUÇÃO

A literatura apresenta diversos instrumentos que foram desenvolvidos para a avaliação da atividade física realizada por idosos, e mais de 30 técnicas diferentes foram levantadas para estimar a atividade física e o gasto energético. Tais técnicas podem ser classificadas em dois grupos: instrumentos que utilizam informações dadas pelos sujeitos (questionários, entrevistas e diários) e instrumentos que utilizam marcadores fisiológicos ou sensores de movimento para medida direta das atividades em um determinado período de tempo.1-3

Há consenso entre os pesquisadores no que diz respeito aos estudos epidemiológicos, quanto ao alto custo no uso dos métodos laboratoriais e sensores de movimento3,4,5 e a facilidade e aceitação no uso dos questionários, entrevistas e diários, os quais têm sido o método mais usado para medir a atividade física em vários países.6,7,8 Staudenmayer et al.2 apontaram quatro estudos internacionais que utilizaram acelerômetros em escala populacional, pois são considerados padrão de referência, por gerarem uma medida direta de atividade física.9 No Brasil, a utilização dos acelerômetros em larga escala ainda é considerada cara. Apesar dos dados do acelerômetro apresentarem-se mais precisos, ainda é necessária a ajuda de recordatórios ou diários de atividade física para esclarecer o tipo de atividade que está sendo executada em um determinado período.3,4,6

Quanto aos recordatórios com formato de questionários, os mais utilizados com idosos são o Modified Baecke Questionnaire for Older Adults e o International Physical Activity Questionnaire (IPAC). Porém, esse último método citado depende do viés de memória do avaliado, e a dificuldade em relatar corretamente o tempo e a intensidade das atividades diárias pode gerar erros de interpretação dos resultados.7,8,11

Ribeiro et al.9 citam, em revisão sobre métodos de avaliação utilizados para mensurar atividade física, que o questionário indicou a superestimação das atividades relatadas pelos participantes comparadas ao gasto energético mensurados por outros métodos de referência, entre eles, a água duplamente marcada. Já os diários de atividade física, que podem avaliar o tempo, a intensidade e a estimativa do gasto energético das atividades diárias, são baseados no autorrelato e geralmente fornecem um registro detalhado das atividades realizadas durante um dia normal.4 De acordo com Tavares,3 o uso de diários parece ser uma ferramenta fundamental para análise dos dados capturados pelos sensores de movimento.

Dos diários de atividade física apontados na literatura, que permitem avaliar as atividades realizadas e estimar o gasto energético, o mais utilizado é o de Bouchard et al.,12 em que as atividades são classificadas em nove categorias diferenciadas em grupos distintos de gasto energético. As desvantagens apontadas pela literatura em relação ao preenchimento dos diários pelos idosos é que os indivíduos podem ser influenciados pelas experiências vivenciadas, flutuações no estado de saúde e de humor, depressão, habilidade de lidar com a tarefa e problemas com a memória e cognição.11 Além disso, idosos dedicam a maior parte de seu dia intercalando atividades de baixa e moderada intensidade, como caminhadas, tarefas domésticas e jardinagem, tendo dificuldade em diferenciar a intensidade e o tempo destinado a cada tarefa.

Rauchbach e Wendling,13 em estudo para adequação de instrumento que mede o nível de atividade física em idosos, utilizaram o diário elaborado por Bouchard et al.,12 cuja adaptação foi pedir aos idosos que descrevessem as atividades e não só apontassem o número referente à classificação da atividade. Tal solicitação foi em função da dificuldade dos participantes em enquadrarem a atividade realizada com a descrita no instrumento. Além disso, o objetivo dos autores era identificar atividades comuns ao universo do idoso que não eram contempladas nos instrumentos encontrados na literatura, como o tempo dedicado aos cuidados de criança pequena ou adulto dependente. Os autores constataram que os idosos tinham dificuldade no preenchimento do instrumento, precisando de reforço na orientação. Ao entregar o primeiro formulário de registro de 24 horas, dúvidas, erros e dificuldades de apontamento eram esclarecidos antes da entrega do formulário seguinte.

Os achados incluíram dificuldade em escrever por falta de estudos ou de preensão do lápis - sendo necessário que o formulário fosse preenchido por outra pessoa -, falta de clareza no texto (Figura 1) e explicações extensas da ação, como o ato de cozinhar vir acompanhado da receita do dia. Essas dificuldades faziam com que o formulário fosse entregue sem preenchimento ou acompanhado por outras folhas com os registros, tendo como justificativa o medo de borrar o papel entregue.

 


Figura 1 Exemplo das dificuldades encontradas pelos pesquisadores na interpretação dos diários preenchidos pelos idosos.

 

A partir dessas dificuldades, ponderou-se a utilização de recursos facilitadores para o entendimento de diários de atividade física pela população idosa. Hallal et al.,14 em um levantamento feito depois de 10 anos de uso de recordatório sobre atividades físicas, recomendaram a utilização de fotos ou figuras que relatem as diferentes atividades que são culturalmente relevantes ao grupo estudado. Assim, as imagens dos movimentos comuns na vida do idoso foram simplificadas em ícones, por um processo de sintetização gráfica e extração das características amplas correspondentes às ações que se pretende representar. Os ícones têm por características serem imagens representativas e análogas a uma determinada situação ou ação, podendo ter maior ou menor grau de representatividade e abrangência de comunicação.

Segundo Peirce, citado por Rabaça e Barbosa,14 ícone é tudo aquilo que, sob certos aspectos e em alguma medida, substitui alguma outra coisa, representando-a para alguém. A utilização de sombra de cor única nas imagens icônicas oferece ao observador uma informação direta e bastante simplificada. No entanto, o processo de síntese na produção da imagem tende a afetar também o grau de representatividade ou significância do ícone. Dessa maneira, quanto mais a imagem sofre abstração e dela é eliminado o excesso de informação, mais o ícone final torna-se universal.15

A característica da construção da imagem iconográfica proporciona o benefício da universalidade da comunicação, mas também pode distanciar a imagem da realidade vivida por parte do universo das pessoas pesquisadas. Esse fato ocorre em função de a interpretação dos ícones estar baseada no conhecimento e nas experiências vividas por cada indivíduo.16

A fim de minimizar a variabilidade de respostas obtidas em instrumentos de autopreenchimento, o objetivo deste estudo foi criar ícones como artifício facilitador para interpretação e comunicação da tarefa realizada por idosos no preenchimento de diário de atividades físicas.

 

MÉTODO

A escolha da população foi intencional e composta por 30 mulheres com 60 anos ou mais, participantes de um programa de atividades físicas para terceira idade na cidade de Curitiba. A coleta de dados foi realizada por meio de entrevistas com as idosas durante o período da aula da ginástica. Este estudo faz parte de um dos capítulos do projeto de pesquisa do Doutorado em Ciências Médicas e Saúde da Rede Euroamericana de Motricidade Humana (REMH), intitulado "Autenticidade científica do instrumento de avaliação do nível de atividade física de idosos Curitibativa", nº 004/2012, aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da REMH.

A pesquisadora se apresentou ao grupo antes do início das atividades, explicando a utilidade da pesquisa e como seria feita, ou seja, por meio da apresentação de figuras e qual o significado, sem, contudo, mostrar os ícones para a turma. Foi explicado o que é o termo de consentimento e a sua importância, deixando livre a participação ou não na pesquisa entre as idosas presentes. A entrevista era realizada em local reservado, isoladamente com a idosa voluntária. As idosas foram orientadas a levarem os óculos, se fosse o caso, para a entrevista. O primeiro item era a leitura do termo de consentimento e sua assinatura, para, na sequência, apresentar os ícones em separadamente e em ordem aleatória, sob o comando de explicar qual a ação representada pelo ícone. Não foi fornecido pela pesquisadora ou por terceiros nenhum tipo de auxílio para a compreensão do desenho, as idosas falavam sua interpretação e a pesquisadora anotava em formulário específico no espaço correspondente ao ícone apresentado. O tempo para a interpretação e formulação da resposta não foi limitado e as idosas foram liberadas a responder "não sei", caso não conseguissem identificar ação alguma no desenho. Após o último ícone, a participante retornava para a aula e a próxima era chamada.

O método utilizado foi o de reconhecimento da figura e pontuação do número de acertos. Para tanto, foram construídas fichas plastificadas em formato de cartões, somando-se um total de 50 cartas, cada uma com um desenho. Cada desenho recebeu um código composto por uma letra e um número para posterior identificação. Para oferecer uma comunicação eficiente e direta, foram escolhidas as atividades que mais evidenciaram o comportamento das idosas, descritas nos diários da pesquisa de Rauchbach e Wendling.13 Outras foram acrescentadas, comuns ao ambiente da prática da atividade física, descritas em instrumentos já mencionados.1 Ao total, foram selecionadas 50 atividades e elaboradas imagens do tipo ícone (Quadro 1). Para construção dos ícones, as imagens foram simplificadas, e as características das ações que se pretendia representar foram realçadas.

 

 

O critério para determinar os ícones que deveriam ser refeitos, considerando a participação voluntária de apenas 30 idosas, foi fixar o alfa, utilizando a função poder como padrão para determinar a proporção de aceitação do ícone. Ao fixar o erro tipo I (rejeitar a hipótese nula, dado que essa é verdadeira), tem-se a intenção de evitar que um ícone mal planejado seja considerado eficiente. O erro tipo II (não rejeitar a hipótese nula, dado que é falsa) é utilizado para o cálculo do poder do teste (poder do teste = 1 - erro tipo II). Na análise desse erro evita-se que um ícone com qualidade seja considerado não eficiente. Assim, quanto mais próximo de "1" for o valor do poder, melhor é o entendimento do ícone em questão.

Ao fixar a probabilidade de cometer o erro tipo I em 5%, e tomando uma proporção igual a 0,5 acerto como hipótese nula, para uma amostra de 30 idosas, obtém-se diferentes valores para o poder de teste, de acordo com a proporção de acertos (Figura 2). Na simulação de proporção para 0,7 acerto, obtém-se um poder de teste de 88% para descartar a hipótese nula. Já o ícone com proporção de acertos igual a 0,8 apresentaria um poder de teste de 98% para descartar a hipótese nula (a probabilidade de cometer o erro tipo II é de 2%).

 


Figura 2 Critério adotado para seleção dos ícones. Proporção de acertos > 0,80, figura aprovada; proporção de acerto entre 0,70 e 0,79, figura que precisa de modificações; proporção de acerto < 0,70, figura que precisa ser refeita.

 

RESULTADOS

A amostra foi composta por 30 idosas, com média de idade de 69,37±6,70 anos, com predominância para etnia branca, que se utilizam dos serviços gratuitos ofertados pelo município. Na análise dos resultados, observou-se que cinco das figuras teriam de ser refeitas, e oito precisariam ser melhoradas em relação a contraste e profundidade. As demais (37 figuras) obtiveram a proporção aproximada de acertos esperados > 0,8000 (Tabela 1).

 

 

DISCUSSÃO

Das figuras que tiveram baixa proporção de acertos (Figura 3), "arrumar a cama" (D4) foi a que apresentou maior dificuldade de interpretação, sendo entendida como "empurrar um barco". "Cuidar de pessoa doente" (B5) foi identificada como ir ao médico; e "conversando com amigos" (C2) gerou dúvida nas participantes sobre a ação executada, como se a ideia fosse ajudar alguém. Já a figura que expressava o ato de vestir (E5) foi interpretada como exercício de alongamento. Quanto à imagem que representava estar namorando (D5), as idosas preferiram ignorar a resposta e dizer "não sei", talvez por questões culturais, visto o rubor na face.

 


Figura 3 Exemplos de imagens. C2, conversando com amigos; B5, cuidar de pessoa doente; D4, arrumando a cama, organizando o quarto; D5, namorar; E5, vestir-se.

 

Observou-se que formas gráficas simplificadas com amplo conteúdo de informação foram, em parte, responsáveis pela dificuldade na interpretação dos significados. Como recurso, para minimizar o ruído ocasionado por esse fato, as imagens foram aprimoradas, tendo seu tamanho ligeiramente ampliado e determinadas partes dos gráficos realçados. Foi necessário incluir elementos para esclarecer a ação, dar profundidade para melhorar a visualização e melhorar a perspectiva dos objetos, conduzindo, assim, à interpretação correta do ícone (Figura 4). Os desenhos que não atingiram a proporção necessária para aprovação foram refeitos. Para serem usados como recurso no preenchimento de diários de atividade física, os desenhos foram estruturados em uma folha de tamanho A4, dispostos em 10 colunas e cinco linhas, ocupando os dois lados da folha (Figura 5).

 


Figura 4 Exemplos de alterações feitas para adaptação das figuras.

 

 


Figura 5 Guia de orientação para o preenchimento do recordatório da atividade física.

 

Foi possível identificar que a interferência na interpretação dos ícones se deu em decorrência de dois fatores. Inicialmente, o desvio foi ocasionado pela vivência diferente de cada indivíduo pesquisado, o que foi minimizado ajustando as imagens às situações representativas e culturalmente conhecidas dos idosos. Outro fator que influenciou foi a limitação da representação gráfica em atender a exigência de representar um conteúdo muito amplo de maneira sintética, como a utilização dos equipamentos de ginástica em praças públicas.

O que pode determinar a capacidade de distinguir os detalhes de uma figura é a deterioração da visão normal causada pelas modificações fisiológicas do envelhecimento. A acuidade visual decresce, aumenta a sensibilidade à luminosidade e há perda da nitidez das cores.18 Em média, o idoso precisa três vezes mais contraste para ver alguns estímulos em baixa frequência, e a percepção de profundidade é mais fraca.19 Essas alterações não são corrigidas com uso de lentes, e as dificuldades são amenizadas pela adaptação, aumentando o tempo na presença do estímulo, distanciando e aproximando o objeto do foco de visão ou interferindo no grau de luminosidade.

Um ponto a ser considerado é o tamanho da amostra - pequena, recrutada em um único programa de atividade física e constituída apenas por mulheres. Reflete um contexto sociocultural muito específico, de forma que os achados apresentam validade externa limitada. Aconselha-se que os ícones sejam testados quanto ao seu entendimento antes da sua utilização como ferramenta no auxílio do preenchimento dos diários de atividade física, em grupos mistos ou em contexto cultural diferente, pois as figuras modificadas não foram reavaliadas.

 

CONCLUSÃO

Mesmo considerando a ocorrência de posteriores desvios na interpretação das figuras, após as imagens ajustadas à realidade do universo pesquisado, os ícones se tornam uma ferramenta de comunicação eficiente que minimiza dificuldades na compreensão para o preenchimento do diário de atividade física por idosos.

 

CONFLITO DE INTERESSE

Os autores declaram não haver conflito de interesses pertinentes.

 

FONTES DE FINANCIAMENTO

O presente estudo não teve fontes de financiamento externas.

 

REFERÊNCIAS

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