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Artigo de revisão

Protocolos de prevenção da incontinência urinária em idosas: revisão crítica da literatura

Protocols to urinary incontinence prevention in elderly women: a critical review of the literature

Mariana Gagliardi Pincelia; Ana Silvia Moccellinb

RESUMO

OBJETIVO: Sistematizar e analisar as evidências científicas sobre as formas preventivas da incontinência urinária (IU) em mulheres idosas.
MÉTODO: Estudo realizado até agosto de 2013 por meio de revisão sistemática nas bases de dados Medline/Pubmed. Foram investigados os títulos e resumos de todos os artigos identificados com as palavras-chave prevention, urinary incontinence e elderly, que abordassem formas preventivas de IU em mulheres idosas.
RESULTADOS: Foram identificados 221 estudos na pesquisa às bases de dados. Entre eles, oito foram considerados apropriados e utilizados na análise deste trabalho. As intervenções abordaram rodas de conversa, entrega de folhetos educativos, vídeos, informações obtidas por meio de um sistema de computador, mudanças comportamentais e realização de exercícios. Dois estudos destacaram o interesse dos participantes na obtenção de informações sobre a IU por discussões, panfletos e vídeos. Quatro estudos mostraram que sessões de treinamento da bexiga e da musculatura do assoalho pélvico, a partir de exercícios de Kegel, e aderência ao grupo de modificação comportamental, com intervalos miccionais programados, foram benéficos para prevenção da IU. As sessões com informações sobre a prevenção variaram de 60 minutos a acompanhamentos durante 12 meses e foram realizadas de forma individual e coletiva.
CONCLUSÃO: Não há uma definição da intervenção mais adequada para prevenir a IU em idosas. Entretanto, metade dos estudos afirma que sessões de treinamento da bexiga e da musculatura do assoalho pélvico, além da modificação de comportamento, foram intervenções benéficas na prevenção da IU.

Palavras-chave: Prevenção. Incontinência urinária. Idosos.

ABSTRACT

OBJECTIVE: To systematize and analyze the scientific evidence about urinary incontinence preventive forms in elderly women.
METHOD: The study was made until August/2013 through systematic review on Medline/Pubmed databases. The titles and abstracts of all articles identified with keywords prevention, urinary incontinence and elderly, that addressed preventive forms of urinary incontinence in elderly women were investigated.
RESULTS: 221 studies were identified in the research databases. Among these, eight were considered appropriate and used in the analysis of this review. Interventions addressed since wheels conversation, delivering educational brochures, videos, information obtained by a computer system, behavioral changes and exercises. Two studies highlighted the participants interest in obtaining information about urinary incontinence through discussions, pamphlets and videos. Four studies showed that bladder and pelvic floor muscles training sessions, from Kegel exercises, and adherence to behavioral modification group, with scheduled voiding intervals, were beneficial for urinary incontinence prevention. The sessions with information about prevention ranged from 60 minutes to accompaniments for 12 months and were conducted individual and collective way.
CONCLUSION: There is no definition of the most appropriate intervention to prevent urinary incontinence in elderly women. However, half of the studies state that the bladder and pelvic floor training sessions, in addition to behavior modification intervention were beneficial in preventing urinary incontinence.

Keywords: Prevention. Urinary incontinence. Aged.

INTRODUÇÃO

Em decorrência do avanço da longevidade, a IU surge como um problema que afeta os idosos de maneira significativa, sobretudo as mulheres,1 em seus aspectos físico e psicológico, exercendo múltiplos efeitos sobre suas atividades diárias e interações sociais.2 De acordo com o conceito da International Continence Society (ICS), a IU consiste na perda involuntária de urina, que é um problema social ou higiênico, objetivamente demonstrável.3-4

Com a idade, surgem alterações que, por si só, não provocam incontinência, mas induzem a modificações funcionais e estruturais no sistema urinário que predispõem ao problema.5 Diabetes, obesidade, tabagismo, menopausa, doenças do sistema nervoso central, uso de medicamentos, restrição da mobilidade, múltiplos partos vaginais, impactação fecal, distúrbios psíquicos, diminuição do tônus da região perineal e uso de álcool são alguns dos fatores que podem predispor ao desenvolvimento da IU.5-7

Muitos idosos veem a incontinência de forma incorreta, como um processo natural do envelhecimento e, por falta de informação ou até por vergonha, partem diretamente para o uso de fraldas ou absorventes, interferindo na vida sexual, nas atividades físicas e domésticas e no trabalho.8

A perda urinária leva a sentimentos de embaraço e ao isolamento devido ao receio do odor da urina,9-10 podendo desencadear depressões e até institucionalizações;11 pode causar irritação na pele e agravar as escaras de decúbito. A IU ocasiona implicações sociais de desconforto e perda da autoconfiança, além de interferir de forma negativa na qualidade de vida de muitos idosos.12 Além disso, acarreta grandes custos e despesas e é um aspecto econômico que tende a se agravar nos próximos anos.8,11 Assim, torna-se cada vez mais importante criar hábitos de prevenção para evitar que essa condição desconfortável afete a vida das mulheres idosas.

A literatura apresenta diversos protocolos utilizados para a prevenção da IU em mulheres idosas, mas não há uma definição de qual seria o mais efetivo para esse público. Dessa forma, o objetivo desta revisão foi sistematizar e analisar as informações disponíveis na literatura a respeito dos protocolos de prevenção da IU na população de mulheres idosas.

 

METODOLOGIA

O estudo foi realizado até agosto de 2013 e incluiu publicações disponíveis na base de dados eletrônica Medline/Pubmed. Foram levantados artigos publicados entre 1992 e 2013, utilizando como palavras-chave prevention, urinary incontinence e elderly.

A seleção dos artigos ocorreu a partir da leitura dos títulos e seus respectivos resumos, procurando-se verificar o atendimento aos critérios de inclusão. Foram incluídos artigos que abordassem formas preventivas de IU em mulheres idosas. Excluíram-se os artigos com títulos não relacionados ao tema da revisão, artigos que apresentassem procedimentos cirúrgicos e aqueles relacionados à incontinência fecal. Duas revisoras estiveram envolvidas tanto na análise prévia quanto na revisão dos textos completos. A lista dos artigos foi de comum acordo, decidida por consenso em reunião.

Os artigos selecionados foram organizados e comparados de forma descritiva, de acordo com os seguintes itens: ano e local de publicação, desenho metodológico incluindo o tamanho da amostra e a intervenção/ação realizada, além dos resultados.

 

RESULTADOS

Foram identificados 221 estudos na pesquisa à base de dados mediante as palavras-chave empregadas. Foram excluídos os artigos com títulos não relacionados ao tema escolhido, artigos que descreviam procedimentos cirúrgicos e aqueles relacionados à incontinência fecal. Dessa forma, oito estudos13-20 foram incluídos na etapa de apreciação crítica quanto aos protocolos de prevenção da IU em mulheres idosas (Figura 1).

 


Figura 1 Busca e seleção dos artigos durante o processo de revisão sistemática.

 

Os estudos selecionados foram realizados nos Estados Unidos e na Austrália e incluíram amostras diversificadas em relação a gênero, faixa etária e número de participantes envolvidos nas pesquisas. As características quanto a intervenção e desfechos estão apresentadas na Tabela 1 .

 

 

Houve uma variabilidade em relação à metodologia empregada, mostrando uma falta de padronização quanto à prevenção da IU em mulheres idosas. As intervenções abordaram rodas de conversa, entrega de folhetos educativos, vídeos, informações obtidas por meio de um sistema de computador, mudanças comportamentais e realização de exercícios.

Dois estudos15,16 salientaram o interesse dos participantes na obtenção de informações sobre a IU por discussões, panfletos e vídeos. No estudo conduzido por Boyington et al.17, os participantes ficaram satisfeitos com a melhora dos sintomas após testarem um sistema de computador que incluía técnicas de autogestão para mulheres com sintomas de perda involuntária de urina. Lee et al.13 relataram que caminhadas frequentes podem ser protetoras para a IU em idosas. Além disso, os autores afirmam também que um índice de massa corporal (IMC) elevado aumenta a probabilidade da ocorrência da perda urinária.

Quatro estudos14,18-20 mostraram que sessões de treinamento da bexiga e da musculatura do assoalho pélvico (MAP), a partir de exercícios de Kegel, e aderência ao grupo de modificação comportamental, com intervalos miccionais programados, foram benéficos para a prevenção da IU.

As sessões com informações sobre a prevenção duraram 60 minutos a acompanhamentos durante 12 meses e foram realizadas de forma individual e coletiva.

 

DISCUSSÃO

Com as mudanças ocorridas no mundo atual e o consequente aumento da expectativa de vida das mulheres, a IU surge como uma causa importante que compromete e limita as atividades nos grupos etários, sobretudo os mais avançados. A IU gera muitos problemas no dia a dia das idosas e, mesmo com o interesse e a preocupação em relação a essa doença, na literatura científica não há um consenso sobre qual protocolo mais adequado a ser aplicado.

Os estudos analisados13-20 demonstram alguns protocolos que se mostraram eficazes na prevenção da IU em idosos. As pesquisas apresentaram variação no gênero, na idade e quantidade de idosos, e também variaram em relação ao tempo de aplicação dos protocolos. Alguns autores15-16 demonstraram protocolos em que as informações sobre IU apresentadas por meio de discussões em grupo, divulgação de panfletos e vídeos educativos, foram formas interessantes e aceitas pelos idosos para obtenção do conhecimento e acesso às formas preventivas da doença.

Segundo a ICS, a prevenção da IU deve incluir educação sobre hábitos comportamentais que aumentam a chance de desenvolver incontinência, informações sobre o funcionamento normal do trato urogenital e intestinal, mudanças esperadas com o envelhecimento e formas de como encontrar o tratamento mais apropriado.21

Figueiredo et al.21 relatam a experiência do projeto "Cuidar de Quem Cuida", no qual funcionárias de um centro de saúde participaram de uma dinâmica teórico-prática com uso de vídeos, gravuras e datashow. Conforme os autores, por meio das informações recebidas, as participantes desenvolveram o autocuidado e melhoraram as orientações sobre IU fornecidas nos centros de saúde.

Borges et al.22 afirmaram que o índice de IU foi considerado alto em estudo realizado por aplicação de um questionário com 50 perguntas sobre informações gerais. Os pesquisadores fizeram um levantamento do perfil dos idosos que participaram de um grupo de convivência para favorecer o direcionamento de ações tanto no plano de saúde como nos aspectos físicos, sociais, emocionais, culturais e econômicos. Os autores concluíram que as idosas estão aptas a receberem informações e se sentiram à vontade para tratar do tema nos grupos de convivência.

No estudo de Boyington et al.,17 os autores afirmam que as mulheres ficaram satisfeitas com a melhora de seus sintomas após testarem um sistema de computador com informações de autogestão sobre a IU. Isso justifica a importância da tecnologia levando a informação e melhorando os conhecimentos em relação à promoção de saúde, visto que tais informações podem ser atualizadas facilmente e adaptadas às diversas condições de saúde.23

Caminhadas frequentes foram consideradas protetoras para a IU. De acordo com Virtuoso et al.,24 idosas pouco ativas fisicamente apresentam maior incidência de perdas urinárias. Outro estudo25 apresentou a associação da prática de atividades físicas com a ocorrência da IU de urgência. Os autores concluíram que as idosas sedentárias apresentaram maior frequência de sintomas de urgência miccional. Dessa forma, a prática de atividade física mostrou-se um fator de proteção entre mulheres ativas e pouco ativas.

Caetano et al.26 afirmam que a atividade mais realizada pelas mulheres foi a caminhada (35,5%). Eles verificaram a influência da prática de atividade física na qualidade de vida e na imagem corporal de mulheres com IU por meio da aplicação de um programa de atividades com duração de 16 semanas em que foram incluídos exercícios para a MAP. Após a intervenção com programa de atividades físicas, ocorreu melhora significativa na qualidade de vida das participantes nos domínios relacionados a percepção geral da saúde, impacto da IU, limitações físicas, relações pessoais, sono e disposição.

Quatro estudos14,18-20 desta revisão mostraram que sessões de treinamento da bexiga e da MAP, a partir de exercícios de Kegel e aderência ao grupo de modificação comportamental com intervalos miccionais programados, foram benéficos para prevenir a IU. Sabe-se que a função da MAP é sustentar as vísceras em posição vertical, além da manutenção da continência urinária.1 A série de Kegel baseia-se em contrações voluntárias da MAP objetivando o aumento do tônus e da força muscular. Sousa et al.7 afirmam que ocorreu um aumento significativo no grau de força muscular, no pico e no tempo de contração após o tratamento de mulheres com queixas de perdas urinárias aos esforços e urgência miccional, com os exercícios de Kegel.7

No estudo de Oliveira et al.,8 verificou-se o efeito da cinesioterapia sobre a perda diária da urina, alívio dos sinais e sintomas e impacto na qualidade de vida de idosas com IU. Os autores observaram que, após aplicação de exercícios para a MAP, houve redução na frequência de micções noturnas e na apresentação dos sintomas de IU, apresentando melhora na qualidade de vida.

A modificação comportamental é proposta para melhorar a condição dos hábitos desenvolvidos pelas idosas em relação a higiene, educação, controle miccional, prevenção de lesões no períneo, alimentação e ingestão de líquidos.1 Caldas et al.1 relatam a experiência da implantação da terapia comportamental para a IU como uma estratégia para melhorar o controle urinário e a qualidade de vida em idosas. Os autores afirmam que alguns pacientes conseguiram zerar as perdas urinárias após aplicação da terapia comportamental e relatam também a melhora da autoestima e autocuidado dessas senhoras.

Diante do exposto, pode-se afirmar que existem diferentes estratégias eficientes e capazes de amenizar os problemas de IU em mulheres idosas. Assim, pode-se concluir, de acordo com os resultados deste estudo, que bons protocolos podem ser compostos pela divulgação e conscientização de hábitos de vida saudáveis, mudanças comportamentais - incluindo, principalmente, a conscientização da musculatura do períneo que garante a continência - e a prática regular de exercícios para fortalecimento da MAP, que podem tratar e até prevenir a IU.

Esses protocolos são úteis para que profissionais da saúde tenham mais acesso às informações referentes à IU e tornem-se capazes de ajudar as idosas, colocando em prática os conhecimentos adquiridos. É importante também que as mulheres idosas tenham acesso aos conhecimentos e as informações que proporcionarão a elas uma melhor qualidade de vida.

 

CONFLITO DE INTERESSE

Os autores não declaram nenhum conflito de interesse.

 

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