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Artigo Original

Atitudes dos estudantes de enfermagem em relação à pessoa idosa

Nursing students’ attitudes toward older people

Carla Sílvia Fernandesa; Andreia Afonsob; Germano Coutoa

DOI: 10.5327/Z2447-211520181800041

RESUMO

OBJETIVO: Identificar as atitudes dos estudantes de enfermagem em relação à pessoa idosa.
MÉTODO: Os estudantes de enfermagem inscritos no segundo ano da licenciatura foram convidados a preencher um questionário no início da unidade curricular de enfermagem geriátrica. Recorreu-se a um estudo quantitativo através da administração da Escala de Atitudes Face aos Idosos de Kogan (KAOP), validada para a população Portuguesa.
RESULTADOS: A amostra foi constituída por 39 estudantes que responderam ao instrumento de coleta de dados. A atitude dos participantes em relação aos idosos apresentou um valor médio de 135,56; ligeiramente superior ao valor médio da escala (ponto médio = 119). Não foram evidenciadas relações estatisticamente significativas com nenhuma das variáveis em análise, nomeadamente o gênero, a idade, a experiência e a coabitação.
CONCLUSÕES: O estudo permitiu evidenciar que a atitude dos estudantes de enfermagem em relação à pessoa idosa apresenta valores médios ligeiramente positivos, o que poderá constituir um ponto de partida para o desenvolvimento de uma intervenção para modificar a atitude dos estudantes de enfermagem em relação ao envelhecimento.

Palavras-chave: idoso; atitude; enfermagem geriátrica; estudantes de enfermagem.

ABSTRACT

OBJECTIVE: To identify nursing students' attitudes toward older people.
METHOD: Second-year undergraduate nursing students were invited to complete a questionnaire at the beginning of the geriatric nursing curricular unit. A quantitative study was conducted by administering the validated Portuguese version of Kogan's attitudes toward old people scale (KOAP).
RESULTS: The sample included 39 students who answered the data collection instrument. The mean KOAP score was 135.56, which was slightly above the median value (119). No statistically significant relationships were found between any of the variables: gender, age, experience with older people, and living with older people.
CONCLUSIONS: The nursing students' mean score for attitude toward older people was slightly positive, which could serve as a starting point for the development of an intervention to modify their attitudes with respect to aging.

Keywords: aged; attitude; geriatric nursing; students, nursing.

INTRODUÇÃO

O envelhecimento demográfico determina que os profissionais de saúde sejam ensinados a cuidar de necessidades complexas de uma população,1-3 nomeadamente preparar os futuros enfermeiros para cuidar da pessoa idosa.4 A literatura atual sugere que as atitudes em relação aos idosos afetam a qualidade do cuidado que os enfermeiros prestam4-10 e a qualidade dos cuidados que os idosos recebem, sendo necessário identificar essas atitudes e o que as influencia.1

Os formadores em enfermagem devem entender como fornecer conteúdo gerontológico e experiências clínicas para promover atitudes positivas em relação às pessoas idosas, aumentando a consciência sobre a complexidade do cuidado com essa população e atrair enfermeiros para o campo da gerontologia.4 Os peritos em enfermagem gerontológica reconhecem as crescentes necessidades de cuidados de enfermagem aos idosos e salientam a importância de alterar a forma como os alunos são expostos à educação gerontológica durante o percurso formativo, com a finalidade de potenciar atitudes positivas em relação à pessoa idosa e que pretendam trabalhar com essa população após o término da formação. Os peritos em enfermagem gerontológica reconhecem as crescentes necessidades de cuidados de enfermagem desse grupo populacional, salientando a importância de alterar a forma como os alunos são expostos à educação gerontológica durante o percurso formativo, de forma a fomentar atitudes positivas e promover a vontade de exercer a especialidade futuramente nesse contexto.10

No estudo de revisão realizado por Hovey et al. incluindo 11 estudos sobre atitudes dos estudantes perante os idosos, os autores salientam que a progressão dos alunos durante o curso de enfermagem teve pouco efeito sobre a mudança de atitudes de estudantes de enfermagem, no entanto a incorporação de experiências para envolver ativamente os alunos está relacionada com mais impacto.4

Por outro lado, Algoso et al., em um estudo de revisão sobre as perceções de estudantes de graduação em enfermagem sobre o cuidado ao idoso, referem que as universidades têm a responsabilidade de enfatizar o significado da experiência do cuidado com idosos, devendo representar a base da prática de enfermagem; e os enfermeiros iniciantes devem ser encorajados a valorizar o cuidado ao idoso na preparação para as suas carreiras de enfermagem, incorporando atitudes positivas em relação ao envelhecimento.11

Ciente da complexidade dessa temática, e como primeira etapa de um projeto de intervenção mais alargado a ser publicado em futuros artigos, realizou-se este estudo com a finalidade de identificar as atitudes gerais dos estudantes de enfermagem face à população idosa, com base na Escala de Atitudes Face aos Idosos de Kogan (KAOP).12

 

MÉTODO

Tendo em conta o objetivo deste percurso de investigação, que consistia em avaliar as atitudes dos estudantes de enfermagem perante a pessoa idosa e a sua relação com alguns fatores demográficos e sociais, desenhamos um estudo transversal, com abordagem quantitativa. Os sujeitos deste estudo foram todos os estudantes do segundo ano de enfermagem de uma universidade do norte de Portugal (n = 45). Aplicamos como único critério de inclusão estarem inscritos na unidade curricular de enfermagem geriátrica e aceitarem participar do estudo. Por amostragem não probabilística de conveniência, participaram voluntariamente do estudo 39 estudantes. Os resultados forneceram uma representação descritiva das atitudes dos estudantes de enfermagem em relação ao idoso. Conforme já referido, esta é a primeira etapa de um estudo mais alargado em que se prevê a realização de uma intervenção e monitorização, através de diferentes cortes, da evolução das atitudes dos estudantes. Antes do início do estudo, foi obtida autorização institucional e parecer positivo da comissão de ética (73/2018).

O instrumento de coleta de dados consistiu num questionário composto por duas partes, uma de caracterização em nível sociodemográfico, e outra constituída pela versão portuguesa da escala Kogan,12 KAOP.13 A escala KAOP resulta da validação da escala de Kogan para a população Portuguesa por Câmara (2015),13 que gentilmente nos concedeu autorização para a sua utilização. O instrumento vem sendo replicado em diversos países, nomeadamente Portugal,13 Turquia,14 Itália,15 Peru,16 e Chile.17 A escala é constituída por 17 pares de “opostos lógicos” (um de conteúdo negativo, N, e outro de conteúdo positivo, P), perfazendo 34 itens no total, e é organizada por uma escala de Likert, com seis termos, que vai de “discordo fortemente” a “concordo fortemente”.13 Para facilitação dos resultados obtidos, foi realizada a inversão estatística dos itens negativos da escala, sendo que quanto maior o valor, mais positiva é a atitude. A escala total varia entre 34 e 204, apresentando o seu ponto médio em 119. A escala apresenta sete dimensões:

• aspetos residenciais (que inclui itens relacionados à habitação dos idosos, assim como a vizinhança);

• sentimentos provocados pela convivência com idosos (desconforto, tensão, satisfação);

• individualidade dos idosos (semelhança, variação);

• relações interpessoais entre gerações (conflituosas, saudáveis);

• dependência (material e afetiva);

• capacidades e estilo cognitivo (sabedoria, adaptação);

• personalidade e aparência pessoal (humores, aspecto);

• poder econômico e político (influência dos idosos na sociedade).13

A aplicação dos inquéritos por questionário foi realizada durante o mês de fevereiro de 2018, o que coincidiu com o início da unidade curricular durante o horário de aula regularmente agendado. Cada aluno recebeu instruções escritas e o formulário de consentimento informado. Os estudantes foram informados de que a participação no estudo seria voluntária, que suas respostas seriam mantidas anônimas e que eles poderiam solicitar a saída do estudo a qualquer momento sem qualquer consequência negativa. Para o tratamento estatístico dos dados, utilizou-se o Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) 24 for Windows. Para além da estatística descritiva, nomeadamente para os cálculos de média, mediana e desvio padrão (DP), para correlacionar as variáveis foram utilizados testes estatísticos (de Mann-Whitney e do χ2), adotando-se o intervalo de confiança de 95% (IC95%), com valor p < 0,05.

 

RESULTADOS

A amostra foi constituída de 39 estudantes do segundo ano do curso de licenciatura em enfermagem, correspondendo a 86,6% da população. Dos alunos que compuseram a amostra, 82,1% são do gênero feminino, tendo idades compreendidas entre 19 e 44 anos de idade, sendo a média de idades de 23,1 anos (Tabela 1). A maioria dos participantes é de adultos jovens (moda = 19) e solteiros (97,4%). Mais da metade dos estudantes (74,4%) indicou possuir experiência com idosos, enquanto apenas 23,1% dos participantes referiu viver com idosos. Os estudantes referiram, na sua maioria (53,8%), uma relação afetuosa com a pessoa idosa. No que se refere à preferência para o exercício profissional no futuro, 25,6% referem preferir as crianças, 20,5% referiram os adultos e apenas 7,7 % referiram preferir cuidar de idosos no futuro.

 

 

Todos os itens da escala KAOP, nomeadamente os escores dos itens negativos e positivos, percorrem a amplitude da escala de Likert. No que diz respeito à análise do valor total da escala, apresentado na Figura 1, o valor médio (média = 135,56) é ligeiramente superior ao valor médio da escala (ponto médio = 119), apresentando um valor mínimo de 92 e máximo de 170; a mediana apresenta o valor de 133 e a moda, de 129.

 


Figura 1 Histograma valor total da escala KAOP.

 

Na Tabela 2 são apresentados os valores médios para cada dimensão da escala. No que se refere à segregação habitacional, observam-se valores positivos com uma média de 25 (valor médio = 21). No entanto, no que concerne às relações interpessoais entre gerações (área 3), os estudantes manifestam atitude globalmente muito próxima do valor médio (21,7).

 

 

Na dimensão referente aos sentimentos provocados pela convivência com idosos, apresentam valor médio ligeiramente positivo, média de 15,5 (valor médio da subescala = 14). Assim como na subescala dependência (média = 16,3), na subescala da aparência pessoal e personalidade (média = 16,6) e na subescala referente ao poder econômico e político dos idosos (média = 7,5). Relativamente à homogeneidade dos idosos enquanto grupo, a média tem valor ligeiramente superior (18,2). As capacidades e o estilo cognitivo obtêm o valor médio mais baixo (média = 14,9).

Não foram encontradas correlações significativas nas pontuações das atitudes dentro de categorias de gênero (U de Mann-Whitney = 88,000; p = 0,380), estado civil (U de Mann-Whitney = 8,500; p = 0,351), experiência com idosos (U de Mann-Whitney = 125,000; p = 0,520), viver com idosos (U de Mann-Whitney = 116,500; p = 0,537), relação com idosos (χ2 = 1,642; p = 0,440) e disposição para trabalhar com pessoas idosas (χ2 = 1,865; p = 0,751). Curiosamente, os estudantes que vivem com idosos têm média de pontuações ligeiramente inferior àqueles que não têm uma pessoa idosa morando com eles (Tabela 3).

 

 

DISCUSSÃO

Os resultados gerais deste estudo mostraram escores ligeiramente positivos de atitudes em relação aos idosos. Resultados um pouco diferentes são encontrados num estudo realizado com enfermeiros portugueses,7 no qual os autores descrevem baixos níveis de conhecimento geriátrico e escores de atitudes negativas em relação aos cuidados dos idosos nos hospitais portugueses. Nesse estudo, as atitudes dos enfermeiros estiveram significativamente associadas ao hospital e ao tipo de unidade, região, apoio educacional hospitalar, conhecimento do pessoal e carga percebida em relação ao cuidar de idosos. Salienta-se que além da população ser diferente, também os instrumentos de coleta de dados foram distintos.7

Os resultados são muito semelhantes aos obtidos num estudo desenvolvido com estudantes de enfermagem de diferentes anos de uma universidade do Canadá. Os autores também utilizaram a escala de Kogan e não encontraram diferenças estatisticamente significativas entre grupos de estudantes. A média geral foi de 145, indicando uma atitude ligeiramente positiva em relação aos idosos.18

Num estudo longitudinal realizado nos Estados Unidos utilizando a escala de Kogan, os autores concluíram que o valor médio de atitude de Kogan foi altamente positivo no primeiro momento (149,13) e demonstrou uma tendência ascendente ao longo do tempo, significando que os alunos, em média, começaram seu programa de enfermagem com atitudes já altamente positivas em relação à pessoa idosa. No entanto, os estudantes progrediram numa atitude mais positiva ao longo dos anos durante o curso de enfermagem.10 Os nossos achados são consistentes com outros estudos envolvendo estudantes de enfermagem, nos quais atitudes ligeiramente positivas foram observadas.6,9,10,18,19

Os autores de um estudo de revisão salientam que podem existir grandes diferenças nas expectativas culturais em relação ao cuidado dos idosos com base na localização geográfica. As filosofias culturais podem influenciar as atitudes que os indivíduos têm sobre a pessoa que está envelhecendo.4 No nosso estudo, talvez pelo tamanho reduzido da amostra, não foram obtidas correlações com as variáveis em estudo.

Quatro temas recorrentes foram identificados na literatura como fatores contribuintes associados às atitudes dos enfermeiros em relação aos cuidados gerontológicos, sendo eles a formação, a experiência profissional, o ambiente de trabalho e os dados demográficos.5 As atitudes dos enfermeiros estão significativamente associadas ao hospital e ao tipo de unidade, região, apoio educacional hospitalar, conhecimento do pessoal e carga percebida do cuidar de idosos.7 No entanto, Carlson e Idvall descobriram que variáveis como a idade, o gênero e a experiência de trabalhos anteriores não afetam significativamente a disposição do cuidado dos estudantes em relação aos idosos,8 o que poderá revelar alguma contrariedade nessas medidas. Importa referir que uma atitude positiva pode não significar uma disposição para o cuidado ao idoso, o que pode despertar sentimentos coexistentes positivos e negativos.5 Exemplo dessa contrariedade é visível nos achados deste percurso, onde apesar de se obter valores ligeiramente positivos nas atitudes em relação aos idosos, a preferência do cuidado não recai sobre essa população. No estudo realizado por King et al., refere-se que os estudantes preferem trabalhar em ambientes de cuidados intensivos, particularmente em unidades de terapia intensiva, preferência que se mantém ao longo do percurso formativo. Nesse mesmo estudo, a preferência por trabalhar em unidades pediátricas diminuiu com o tempo. Além disso, embora houvesse um aumento insignificante na preferência por trabalhar em lares de idosos, esses foram os lugares menos preferidos para trabalhar.10

Uma das variáveis importantes a ser considerada neste estudo é o fato dos estudantes ainda não terem sido submetidos a nenhuma formação específica sobre gerontologia, dado que se encontravam a iniciar a unidade curricular de enfermagem geriátrica. O que, segundo alguns autores, potencializa o desenvolvimento de atitudes positivas em relação aos idosos,4,5,9 nomeadamente a sua evolução ao longo do percurso formativo.7

É determinante melhorar os conhecimentos e atitudes dos futuros profissionais de enfermagem em relação aos idosos, implementando diretrizes baseadas em evidências em sua prática.7 Essa situação assume ainda maior relevância pelo fato desse grupo populacional apresentar especificidades clínicas que determinam a necessidade de um modelo biopsicossocial com atuação de uma equipe multidisciplinar capacitada para esse fim.20 As escolas de enfermagem devem ser capazes de influenciar a forma como os alunos percebem e preferem trabalhar com a pessoa idosa, em particular a formação em gerontologia, na qual é importante dissipar mitos sobre o cuidado de idosos.10 Os formadores e pesquisadores em enfermagem têm um papel importante no desenvolvimento de estratégias para melhorar o conhecimento e as atitudes perante a pessoa idosa.7

Algumas limitações deste estudo são: o tamanho da amostra, a variabilidade de instrumentos aplicados em outros estudos (o que dificultou a análise comparativa), a experiência prévia dos participantes com idosos (74,4%) e os critérios de inclusão. O fato de termos considerado como critério de inclusão estar inscrito na unidade curricular de enfermagem geriátrica pode por si só determinar que estejam mais propensos e familiarizados com o tema gerontológico.

 

CONCLUSÃO

Os resultados mostraram que a atitude dos estudantes de enfermagem em relação à pessoa idosa apresenta valores médios ligeiramente positivos. Em termos de gênero, idade, experiência com idosos e convivência com idosos, os achados do estudo não detectaram correlação estatística significativa com as atitudes.

É necessário desenvolver pesquisas adicionais para avaliar o impacto de estratégias formativas que potencializem atitudes positivas em relação aos idosos com impacto nos cuidados prestados. Sugere-se o desenvolvimento de estudos longitudinais, que permitam medir as atitudes de estudantes de enfermagem desde o início até ao final da sua formação, assim como ao longo dos anos da sua atividade profissional e de acordo com os diferentes contextos.

Os formadores em enfermagem têm o desafio e a oportunidade de preparar os futuros enfermeiros para fornecer cuidados de alta qualidade aos idosos, numa população que se prevê que seja cada vez mais envelhecida.

 

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Received in July 15 2018.
Accepted em August 15 2018.


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